14 Dicas Imperdíveis para o enfermeiro não errar no preparo e administração de medicamentos

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Você sabe o que o enfermeiro deve fazer para não cometer erros no preparo e administração de medicamentos?

Acompanhe as 14 Dicas e evite ao máximo erros de medicação.

Importância do Preparo e Administrção de Medicamentos para Enfermagem

A administração e o preparo de medicamentos pode ser considerada como uma atividade de grande responsabilidade e relevância nos cuidados com o paciente.

Também é uma atividade considera de grande risco na prática de enfermagem porque qualquer erro pode ser fatal.

Não é atoa, infelizmente, vez ou outra, é noticiado erros graves de medicação cometidos por enfermeiros, levando, em alguns casos, a morte do paciente.

Por esse motivo, o enfermeiro deve ficar sempre atento as boas práticas e aos protocolos de segurança do paciente.

Com intuito de combater erros de medicação a ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária), recomenda aplicação do conceito 9 certos. São ações simples, mas que fazem diferença.

No momento do preparo e administração de medicamentos é importante que enfermeiro fique atento e leve em consideração o conceito dos 9 certos:

  1. Paciente certo;
  2. Medicamento certo;
  3. Via certa;
  4. Hora certa;
  5. Dose certa;
  6. Registro certo;
  7. Orientação certa;
  8. Forma/Apresentação certa;
  9. Resposta certa.

Mas não para por aí, por isso separamos 14 dicas imperdíveis para garantir a segurança no preparo e administração de medicamentos.

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14 Dicas para o preparo e administração de medicamentos

1 Conferir sempre a concordância dos CINCOS CERTOS principais: Paciente certo (conferir nome declarado pelo paciente com o nome da prescrição, etiqueta do medicamento, pulseira do paciente, nome escrito da cabeceira do leito e um segundo dado de checagem de identificação como idade ou nome da mãe); medicamento certo (checar na prescrição, etiqueta rótulo de medicamentos e produtos), dosagem certa, horário certo, via de administração certa, técnica de administração correta e segura;

2 Fazer checagem dos “certos” adicionais como: prescrição e documentação no prontuário certa, validade do medicamento original e da solução preparada certa, forma farmacêutica certa, ação ou efeito esperado certo, resposta do paciente após a medicação certa;

3 Utilizar técnica asséptica no preparo de medicamentos de uso parenteral. Aspire o conteúdo das ampolas imediatamente depois de abrí-las. Cuidado para não tocar com a agulha em superfícieis não estéreis. Manter a agulha protegida pela capa. Fazer antissepsia adequada da pele no sítio da injeção;

4 Estar sempre alerta tanto para registrar na papeleta alergias relatadas pelo paciente quanto para não utilizar inadvertidamente medicamentos aos quais o paciente seja declaradamente alérgico. Se o prontuário é eletrônico o dado da alergia do paciente deve ser automaticamente impresso em todas as prescrições;

5 Não utilizar soluções venosas que estejam turvas ou com corpo estranho, exceto quando a bula do produto informar que a turvação ou alteração notada é normal;

6 Preparar os medicamentos de cada paciente separadamente e não administrar medicamentos preparados por outros, exceto quando isso for essencial e tomados os cuidados adicionais pertinentes;

7 Atenção (alta vigilância, dupla checagem de doses) sobretudo nos medicamentos de alto risco ou com maior risco de incidentes graves, recoferindo os 5 certos (paciente, remédio, dose, via, hora);

8 Qualquer dúvida sobre a prescrição, preparo, administração ou sobre o medicamento deve ser esclarecida antes da administração com o enfermeiro supervisor, médico prescritor ou farmacêutico responsável;

9 Cuidado ao digitar o fluxo em bombas de infusão. Erros de decimais (exemplo 175 ml/hora em vez de 17,5 mL/hora) podem ser fatais para algumas drogas em infusão contínua e dificilmente ocorreriam no sistema de controle visual de gotejamento por gravidade;

10 Informar e mostrar ao paciente que droga vai administrar. O paciente frequentemente detecta quando a droga está errada por algum detalhe. Nunca ignorar questionamentos do paciente sobre se o medicamento está correto;

11 Na administração ambulaboratorial de medicamentos parenterais, aguardar o tempo de observação necessário antes de dar alta ao paciente;

12 Não deixe no armário, entre outras medicações, medicamentos que, se confundidos e administrados por engano, possam provocar grave dano ao paciente (exemplo: cloreto de potássio concentrado, bloqueadores neuromusculares, barbitúricos ou sedativos potentes e etc). Medicamentos potencialmente perigosos e de alta vigilância devem ficar em local seguro e com a etiqueta colorida padrão de alerta;

13 Estabelecer protocolos de preparo e administração de medicamentos, atualizá-los e repetir treinamento periodicamente, usando como meta o índice de número de erros por total de prescrições;

14 O uso de prontuário eletrônico e scanner ótico de leitura de código de barras torna mais rápida e segura a identificação do paciente pela pulseira com código, bem como a confirmação do medicamento prescrito, de tubos de amostra, etc.

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Conclusão

O preparo e administração de medicamentos é uma atividade realizada com frequência por enfermeiros e também com mais riscos em sua prática, uma dose errada pode ser fatal!

Por esse motivo os enfermeiros precisam ter atenção e cuidados redobrados no momento do preparo e administração de medicamentos.

O conceito dos 9 certos determinados pela ANVISA e as 14 Dicas que mostramos aqui têm o objetivo de promover um ambiente mais seguro e com menos riscos aos  pacientes, enfermeiros e demais profissionais da saúde.

Referências:

ANVISA. Protocolo de Segurança na Prescrição, uso e Administração de Medicamentos.

OLIVEIRA, Reynaldo. Blackbook- Enfermagem. Belo Horizonte: Blackbook Editora, 2016.

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